PPP
Projeto
Político-Pedagógico
EE IRMAN RIBEIRO DE ALMEIDA SILVA
Nova Andradina - MS
2017
1 - Identificação
Instituição: ESCOLA ESTADUAL IRMAN RIBEIRO DE ALMEIDA
SILVA
Código INEP: 50013378
CEP: 79.750-000
Logradouro: Rua Arthur da Costa e Silva, 351
Bairro: Irman Ribeiro
Município: Nova Andradina
Estado: MS
Telefone: (67) 3441-2838
E-mail: eeiras@sed.ms.gov.br
Localização: Urbana
Dependência Administrativa: Estadual
Decreto de Criação: 2.371
2 - Apresentação do PPP
O Projeto Político Pedagógico da Escola Estadual Irman Ribeiro de Almeida
Silva é resultado de um efetivo trabalho de construção coletiva envolvendo toda
a comunidade escolar em reuniões de estudos, discussões, pesquisas por
amostragem pautadas em cima de grandes reflexões sobre as
finalidades da escola, o seu papel social, a definição de
caminhos e ações que serão executadas por toda a comunidade escolar.
É um documento de suma importância, pois reflete a realidade da escola, sendo
um clarificador da ação educativa em sua totalidade. Sua finalidade é assegurar
e fundamentar todo o funcionamento da escola, sua estrutura física funcional e
também pedagógica, assim como dar garantia e legitimidade para que “a escola
seja palco de inovações, investigações e grandes ações fundamentadas
num referencial teórico metodológico que permita a
construção de sua identidade e exerça seu direito à diferença, à
singularidade, à transparência, à solidariedade e
à participação” (Veiga, 1996).
O Projeto Político Pedagógico envolve a composição dos documentos: Referencial
curricular, Regimento Escolar, Estatuto da APM, Regimento Interno do Colegiado
Escolar, Regimento do Grêmio Estudantil, Plano Gestor, Plano de Trabalho
Docente, além das legislações emanadas da Secretaria de Estado
de Educação.
3 – Missão
A missão da
Escola Estadual Irman Ribeiro de Almeida Silva é ser
uma instituição que desenvolva competências e habilidades, com segurança e
afeto, que permita ao educando uma melhor compreensão de si, do outro e do
mundo, formando-o para sua descoberta vocacional e humana.
4 - Visão
Ser reconhecida como
Escola que acolhe, educa e compartilha com a comunidade escolar a
responsabilidade pela construção do conhecimento de qualidade, formando projetos de
vida de crianças, adolescentes e adultos.
5 - Valores
A educação em valores permeia os
dispositivos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e pode ser
observada à primeira leitura do artigo 2º, que, ao definir a educação como
dever da família e do Estado, afirma que a mesma é inspirada nos princípios de
liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tendo por finalidade o pleno
desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua
qualificação para o trabalho.
Sendo assim, na Escola Estadual Irman
Ribeiro de Almeida Silva a educação em valores estará presente em todas as
disciplinas do currículo escolar. Para educar em valores, o professor
organizará seu plano de ensino em atividades lúdicas, reflexivas e conceituais
sobre temas transversais agregando a estes os valores necessários para a
formação de nossos alunos. Os valores a serem trabalhados são os seguintes:
Temas
transversais
|
Acepções
|
. Autonomia
|
Refere-se
ao valor que reconhece o direito de um indivíduo tomar decisões livremente,
ter sua liberdade, independência moral ou intelectual. É a capacidade
apresentada pela vontade humana de se autodeterminar segundo uma norma moral
por ela mesma estabelecida, livre de qualquer fator estranho ou externo.
|
1. Capacidade de convivência
|
Valor
que desenvolve no educando a capacidade de viver em comunidade, na escola, na
família, nas igrejas, nos parques, enfim, em todos os lugares
onde se concentram pessoas, de modo a garantir uma coexistência
interpessoal harmoniosa .
|
1. Diálogo
|
Valor
que reconhece na fala um momento da interação entre dois ou mais
indivíduos, em busca de um acordo.
|
1. Dignidade da pessoa humana
|
Valor
absoluto que tem cada ser humano. A pessoa é fim, não meio. A pessoa tem
valor, não preço.
|
1. Igualdade de direitos
|
Valor
inspirado no princípio segundo o qual todos os homens são submetidos à lei e
gozam dos mesmos direitos e obrigações.
|
1. Justiça
|
Entre
os temas transversais, é o valor mais forte. No educando, manifesta-se
quando o mesmo é capaz de perceber ou avaliar aquilo que é
direito, que é justo. É princípio moral em nome do qual o direito
deve ser respeitado.
|
1. Participação social
|
Valor
que se desenvolve no educando à medida que o torna parte da vida
em sociedade e leva-o a compartilhar com os demais membros da
comunidade conflitos, aflições e aspirações comuns.
|
1. Respeito mútuo
|
Valor
que leva alguém a tratar outrem com grande atenção, profunda deferência,
consideração e reverência. A reação de outrem será no mesmo
nível: o respeito mútuo.
|
1. Solidariedade
|
Valor
que se manifesta no compromisso pelo qual as pessoas se obrigam umas às
outras e cada uma delas a todas, particularmente, diante dos
pobres, dos desprotegidos, dos que sofrem, dos injustiçados,
com o intuito de confortar, consolar e oferecer ajuda
|
1. Tolerância
|
Valor
que manifesta na tendência a admitir, nos outros, maneiras de pensar, de agir
e de sentir diferentes ou mesmo diametralmente opostas às nossas.
|
6 - Diagnóstico
O Brasil vive um processo de transformação estrutural com
significativas mudanças. Esse feito é consequência da revolução tecnológica, da
tentativa de formação de uma economia global e de um caminho de mudança
cultural, social e política, manifestado principalmente pela postura de
respeito e à inclusão da diversidade e ao aprimoramento da consciência
ecológica.
Essa nova postura sociocultural e intelectual mexe na estrutura do
tradicional modelo de família que vem recebendo os impactos e nem sempre
conseguindo conviver com essa realidade, muitas vezes se abalando a ponto de
transferir para a escola responsabilidades que são naturalmente suas.
Faz-se necessário então que os seres humanos busquem formas de
reconstrução da estrutura familiar, social, econômica e ecológica seguindo os
valores éticos das relações humanas.
O estado de Mato Grosso do Sul que não está alheio às
transformações sociais, econômicas e ambientais vem passando por uma
reestruturação conjuntural. Uma grande quantidade de usinas e indústria de
diversos setores se junta à pecuária, turismo e à agricultura, já pujantes e
tradicionais em nosso cotidiano.
O jovem Estado de Mato Grosso do Sul, com seus 35 anos de
emancipação política, conta atualmente um número aproximado dois milhões e meio
de habitantes, com crescimento que garante o título primeiro lugar em
crescimento econômico da Região Centro-Oeste, e o coloca na condição de
ocupante da 10ª posição no ranking de Índice de Desenvolvimento Humano
Municipal (IDHM) dentre os 27 estados da federação.
Destaca-se por dispor 25% de sua área ocupada por um santuário
ecológico: o Pantanal Sul-Mato-Grossense. Com posição geográfica privilegiada,
no meio da região Centro-Oeste, o Estado se limita com Mato Grosso, Goiás,
Minas Gerais, São Paulo e Paraná, além das fronteiras com Paraguai e Bolívia.
Nova Andradina possui grande diversidade de raças e culturas garantindo a miscigenação que contagia quem aqui chega. Possui um IDH que a classifica em 9º lugar do Estado, tem posição geográfica estrategicamente favorável em relação ao Mercosul e aos grandes centros consumidores do país. Localizada no vale do Ivinhema, conta como relevantes atividades econômicas: a criação de gado de corte e leiteiro e agricultura, várias indústrias de pequeno e médio porte e uma de grande porte, possui forte centro comercial e conta também com turismo de eventos. A comunidade local é bem servida de praças, onde praticamente cada bairro possui a sua, estimulando seus moradores à prática de atividades físicas, à cultura e ao lazer, dos quais destacamos:
Nova Andradina possui grande diversidade de raças e culturas garantindo a miscigenação que contagia quem aqui chega. Possui um IDH que a classifica em 9º lugar do Estado, tem posição geográfica estrategicamente favorável em relação ao Mercosul e aos grandes centros consumidores do país. Localizada no vale do Ivinhema, conta como relevantes atividades econômicas: a criação de gado de corte e leiteiro e agricultura, várias indústrias de pequeno e médio porte e uma de grande porte, possui forte centro comercial e conta também com turismo de eventos. A comunidade local é bem servida de praças, onde praticamente cada bairro possui a sua, estimulando seus moradores à prática de atividades físicas, à cultura e ao lazer, dos quais destacamos:
EXPONAN -
Exposição Agropecuária e Industrial de Nova Andradina;
FEJUNA -
Festa Junina de Nova Andradina;
CANTA NOVA -
Festival de Canções;
FESTA DAS
NAÇÕES- Festa que congrega danças e comidas típicas de diversos países;
FEIRA DAS
MULHERES DE ATITUDE– Participação de mulheres empreendedoras da comunidade
local e
EXPOSIÇÃO DE
FLORES, realizado por entidade não governamental.
O investimento no esporte conta com a participação de empresas,
academias e agremiações privadas, trabalho voluntário de pessoas ligadas ao
esporte e do poder público. O futebol profissional que já levou o nome da
cidade para todo o estado e participação em campeonatos nacionais no ano de
1992, quando o SENA, time da cidade, foi campeão estadual, hoje tenta se
reerguer. O futebol de campo conta com um privilegiado espaço de treinamentos e
competições, o estádio ANDRADÃO, que possui iluminação e toda a estrutura para
receber grandes competições. Enquanto várias outras modalidades, na categoria
escolar são destaques nacional e estadual, a exemplo do Basquetebol, do judô e
do Taekwondo.
Aqui
acontece uma das mais importantes provas do atletismo sul-mato-grossense, a
"Corrida Ciclística e Pedestre de Nova Andradina", é evento esportivo
anual das modalidades atletismo e ciclismo, a prova tem seu percurso entre a
cidade e a vizinha Batayporã e conta com a participação de atletas de vários
Estados brasileiros. O município possui aproximadamente 47 mil habitantes,
sendo a sétima cidade do estado, nos últimos 10 anos, vem se caracterizando
como um pólo estudantil, sendo a única cidade no interior do Estado, a contar
com três escolas de ensino superior públicas: duas universidades (Universidade
Federal de Mato Grosso do Sul e Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) e
Instituto Federal de Ciência e Tecnologia. Complementa-se na área com as
Faculdades de Pedagogia (ANAEC) e Faculdades Integradas de Nova Andradina
(FINAN) que oferece os cursos de: Ciências Contábeis, Direito, Administração e Pedagogia,
além da Unigranet e Universidade Anhanguera com cursos on-line.
As redes
Municipais, Estaduais e Particulares mantêm o Ensino Fundamental e Ensino Médio
de qualidade, igualando-se aos melhores do Estado e do País.
Nesse
contexto, a Escola Estadual Irman Ribeiro de Almeida Silva, acompanhou essa
expansão e a diversificação estudantil, contando com um corpo discente formado
em sua maioria por filhos de trabalhadores, moradores do bairro e entorno, por
pessoas de baixa renda, trabalhadores da indústria e comércio e da zona rural.
Contamos com um considerável número de estudantes com deficiência física,
intelectual e auditiva.
Observa-se que o quadro discente desta unidade escolar
caracteriza-se como heterogêneo, estimulando-nos a criar mecanismos de
participação democrática para garantir boa qualidade de ensino.
Diante dessa heterogeneidade, a escola encontrou provocação nos
seguintes setores: na Educação de Jovens e Adultos (E.J.A.) o maior problema é
a evasão dos educandos, motivada pelo excesso do trabalho, a falta de tempo
para dedicação aos estudos, influindo em queda do desempenho escolar. Outro
ponto da defasagem de conteúdos é provocado pela migração dos mesmos; as faltas
que prejudicam o processo ensino/aprendizagem é outra de nossas vilãs.
6.1 - Situação socioeconômica e educacional da
comunidade
A comunidade, na qual, a escola
insere-se é composta de trabalhadores ou filhos de trabalhadores da indústria,
comércio e agropecuária, com média de renda familiar de um salário mínimo.
Outra característica dessa comunidade é a participação maciça das mulheres no
mercado de trabalho como domésticas, ou diaristas com faixa etária de 20 a 50
anos, sendo que grande parte destas são arrimo de família, sustentando seus
filhos sozinhas. Parte dessa comunidade apresenta baixo grau de escolaridade.
Nossa clientela compõe a
seguinte estatística: 50% mora em casa própria, sendo que boa parte destas são
habitações garantidas pelos programas sociais do setor público, 32 % em casa
alugada e 18 % mora com os pais ou familiares. As condições de moradia na
grande maioria são casas simples com muitos "puxadinhos" que nem
sempre apresenta condições adequadas de habitabilidade.
Em relação aos bens de consumo,
a maioria possui eletrodomésticos básicos, como geladeira, televisão, som,
máquina de lavar roupa, liquidificador.
Quanto ao acesso a serviço de
saúde e assistência social, 85 % dos entrevistados contam apenas com o PSF do
Bairro e o SUS e para atendimento de emergência utilizam pronto socorro. Apenas
15% possuem planos de saúde.
6.2 - Histórico da escola
Esta
instituição tem como Patronesse a senhora Irman Ribeiro de Almeida Silva,
titular do Cartório de Registro Civil de Nova Andradina. Iniciou suas
atividades em 1976, como extensão da Escola Estadual Professor João de Lima
Paes, deixando essa condição em 1983, quando a comunidade escolar se reuniu,
garantindo a autonomia administrativa da escola.
Atualmente
no diurno oferece o Ensino Fundamental e Ensino Médio, no período noturno
oferece Ensino Médio n
a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Desde sua
fundação, a escola vem escrevendo sua história que se mistura com a biografia
do bairro. Tivemos o professor Edson Zanata como primeiro diretor no período em
que era extensão. Após sua criação contamos com os diretores, os professores:
José Dias de Almeida e Ângela Beatriz Rezende Prado no período de 13/12/1983 a
27/01/1987; Terezinha Martinez, no período de 04/02/1987 a 27/07/1987 e
Diretora Adjunta Roseli Palopoli 04/02/1987 a 04/01/1988; Valentin Loli, no
período de 08/09/1987 a 04/02/1988 e Diretora Adjunta Maria das Graças Sampaio
01/02/1988 a 30/09/1988; Eugenir Maria de Lima, no período de 18/02/1988 a
18/05/2007 tendo como adjuntas: Maria das Graças Sampaio; Carmem Martins e
Rosangela Maria Silva; Vera Lúcia Pigari Baptista, indicada Diretora pelo
colegiado escolar á partir de 16/07/2007, continuando como adjunta Rosangela
Maria Silva até a eleição prevista. Vera foi eleita e atuou até 11/08/10
em seguida foi nomeado o professor Edvaldes Dias Tavares que posteriormente foi
eleito e designado, atuando de 1º de dezembro de 2011 à 31 de dezembro de 2015.
E atualmente a professora Karina de Fátima Maroni, que foi eleita, atua como
diretora da Escola desde 1º de Janeiro de 2016, tendo como diretor adjunto o
professor Miqueias de Oliveira Gomes.
A
escola é acolhedora, possui espaço físico que garante turmas com grande número
de estudantes, apesar de não contar com anfiteatro, garante comodidade para
mais de cem pessoas no espaço destinado às reuniões com a comunidade e
comemorações. As salas de tecnologias também conta com espaço privilegiado.
Boa
porcentagem dos estudantes são filhos de ex-alunos que retornam à escola como
pais, temos também a participação de vários ex-alunos que regressam na condição
de professores e servidores administrativos.
Trata-se
de uma instituição atenta aos acontecimentos externos, participando de eventos
promovidos pela comunidade através de campanhas educativas, de cunho social e
preventivas, caminhadas, desfiles cívicos, passeios, excursões, feiras e
exposições.
6.3 - Situação física da escola
A E. Irman
Ribeiro de Almeida Silva conta com sede própria, medindo 4.000 m ², com uma
área construída de 3.940 m ² totalmente murada em alvenaria. Suas dependências
estão assim distribuídas:
Na parte da
Frente:
·
Diretoria : medindo 6m por 5,65m com WC;
·
Secretaria : medindo 7m por 5,65m com WC;
No primeiro pavilhão:
·
03 salas de aula medindo 8 m por 7,30m;
·
01 sala de aula 10,95m por 9,60m.
·
02 salas para uso tecnológico 5 m por 10 m (Sala de
Tecnologia da Escola)
·
01 Sala de Inclusão Digital.
Na parte superior:
·
Cantina: medindo 4,70 m por 3 m junto á área
coberta;
·
Cozinha: medindo 9,20 m por 3,95 m e um deposito
para merenda que ficam juntos á ares coberta;
·
Banheiro para servidores administrativos com 1
divisória;
·
Área coberta com estrutura metálica medindo 15,80 m
por 6,10 m e corredores de circulação entre os pavilhões;
No segundo pavilhão:
·
05 salas de aula medindo 8 m por 6 m sendo 1 sala
com WC;
·
01 sala para atendimento individualizado para
Coordenação Pedagógica, medindo 4,60 por 6 m com banheiro;
·
01 sala para a Coordenação Pedagógica medindo 4m
por 6m, com banheiro;
·
01 sala para os professores medindo 7,42 m por 6 m
com banheiro;
·
01 medindo7m por 6m
·
01 laboratório de Ciências medindo3,70 m por 6 m;
No terceiro pavilhão:
·
03 salas de aula medindo 6 metros por 7,5 metros;
·
01 Banheiro para os alunos do sexo feminino com 04
divisórias, 4 sanitários com válvula hidra e lavatório com 5 torneiras
azulejado;
·
01 Banheiro para os alunos do sexo masculino com 04
divisórias, 4 sanitários com válvula hidra e lavatório com 5 torneiras
azulejado;
·
01 depósito contendo materiais diversos medindo 3,5
metros por 5 metros;
·
01 sala de estudos medindo 3,5 metros por 5 metros;
·
01 biblioteca com dimensões de 6 metros por 10
metros.
Na parte de baixo:
·
Quadra de Esportes coberta com estrutura metálica.
O prédio foi construído em concreto armado e alvenaria de tijolos de cerâmica, com cobertura em telhas de amianto sobre estrutura de madeira forrada com PVC.
6.4 - Corpo docente / pedagógico / técnico / administrativo
6.4.1 CORPO DOCENTE
O corpo docente é constituído por professores
habilitados admitidos na forma da legislação vigente.
Os membros do corpo docente deverão
apresentar as seguintes condições:I - Formação de educador, conhecimento de conteúdos, capacidade de trabalho e habilidade didático-metodológica;
II - comportamento social e maturidade no trato com os alunos;
III - os professores deverão seguir as diretrizes educacionais da Secretaria de Estado de Educação e integrar sua ação pedagógica na consecução dos fins e objetivos visados neste Projeto.
O corpo
docente da escola é formado por professores pedagogos e professores habilitados
em áreas específicas, professores instrutores mediadores em Libras e
professores de apoio. Fazem parte do
corpo docente atuante no ano de 2017:
Alessandra Cristina Pimenta B. Garcia
Aline de Souza Mota
Ana Silva Rosa Dutra
Andrea Luzena A. Ramos (intérprete)
Antônia Zulene Gonçalves Freire Souza (professora
de apoio)
Carlos Guilherme Sasso
Claudia Garcia Lopes Gonçalves
Cleuza Ortiz Martins
Cristina da Silva Costa Cauz
Edilson Araújo do Nascimento
Edileuza da Silva Santos (professora de apoio)
Elaine Regina Hauptmam Raniero
Elis Cristina Teixeira Aguillar
Elisa Silva Oliveira (professora de apoio)
Elsa Kioko Ogura Martins
Fátima Toshie Yamada Úbida (intérprete)
Ivonete dos Santos
Leidi Laura Breguedo
Luciane de Cristo Santos Ezídio
Luiz Gustavo Rezende e Prado
Marcela de Freitas Siebra Ferreira
Marcelo de Andrade Silva
Marciana Rodrigues da S. Nascimento
Márcio Luis Canestraro
Maria José Candido de Sá Oliveira
Maria Aparecida Tagliamento
Marisa Camuci
Michelli Senhorini Russo
Milena de Carvalho Gava
Priscila Nataly da Silva
Priscila Macelani Rosa
Raquel Cristina Dan
Rosalina Ramos Lopes (intérprete)
Rosimeire Lima Rosa Regaço
Silvana Ferreira Tombini
Simone Magaroto de Souza
Tânia Ricarte de Moraes
Valdeci Alves do Nascimento Benante
Vanessa Trovato Silva (intérprete)
Vanusa Vezu Bernegozz
6.4.2 COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA
A equipe de Coordenação pedagógica e de apoio
é composta pelos seguintes profissionais:
COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA
Vanessa Cristine Menezes Silva Montilha (Professora
licenciada em Arte)
Sebastiana Leal Domingues Marcussi (Pedagoga)
APOIO À COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA
Rosangela Maria Andrade Silva - professora
readaptada habilitada em Pedagogia e Letras.
Zenita Rodrigues Gomes – professora
readaptada licenciada em Pedagogia.
PROFESSORA GERENCIADORA DE TECNOLOGIAS E RECURSOS
MIDIÁTICOS
Flaviana Meireles dos Santos (professora
licenciada em Matemática e Física)
6.4.3 APOIO TÉCNICO- ADMINISTRATIVO
DIREÇÃO
Karina de Fátima Maroni - (Diretora)
Miquéias de Oliveira Gomes - (Diretor - Adjunto)
EQUIPE DE SECRETARIA
Ana Maria da Cunha (secretária)
Fátima Batista Derigo
Maria do Nascimento Novaes Tolotti
Zenilda de Souza Gomes Viegas
AGENTE DE MERENDA
Nilcéia da Silva.
Sonia Garcia Jose Remelli
Vanda da Silva Aleluia Severgnini
AGENTE DE LIMPEZA
Esliane Oliveira Dortas Simões
Giane de Souza Oliveira
Lucilene de Santana da Silva Volf
AGENTE DE INSPEÇÃO DE ALUNOS
Kleiton Cesar Honorato Soares;
Lucia Guerreiro de Souza – Readaptada do cargo
de Agente de Limpeza;
Alicia de Paula Magaroto;
AGENTE DE RECEPÇÃO E PORTARIA
Marina dos Santos Marques;
Rosani de Lourdes Ferracini – readaptada do cargo
de Agente de Merenda para o cargo de Agente de Recepção e Portaria;
Fátima de Lourdes Pegorare Natal;
Gisele
Coelho de Almeida Meirelles
6.5 - Recursos materiais e tecnológicos
disponíveis e sua adequação, móveis, equipamentos e material didático.
Esta unidade de ensino dispõe de 03
bebedouros com água gelada, com 4 torneiras cada e um bebedouro acessível que servem o
alunado.
A cozinha da escola possui:
02 fogões;
01 liquidificador industrial;
01 espremedor de laranjas;
01 máquina de triturar legumes;
02 freezers;
02 geladeiras;
01 paneleiro de duas portas;
01 balança;
01 ventilador de teto;
01 ventilador de parede;
O refeitório é servido de 21 mesas grandes com
acento acoplados.
A sala da direção escolar possui:
01 computador;
01 impressora HP Laser Jet 1020;
01 ar condicionado
02 armários de MDF;
04 armários de aço grande;
01 mesa redonda grande
03 escrivanhas
7 cadeiras com estofado
A sala de tecnologia da escola
possui:
23 micro computadores
23 micro computadores
32 fones de ouvido
02 Projetores Proinfo (com
teclado e mouse) com defeito
02 datas-show
02 datas-show
03 Projetores Integrado com lousa
digital
01 ar condicionado
16 mesas para computadores
02 caixas de som multimídia grande
01 caixa de som amplificada grande
01 máquina fotográfica digital
01 filmadora com defeito
26 cadeiras estofadas
02 aparelhos de televisão
02 modem
01 switch 16 portas
01 switch 18 portas
01 armário de aço grande
02 caixas de som multimídia grande
01 caixa de som amplificada grande
01 máquina fotográfica digital
01 filmadora com defeito
26 cadeiras estofadas
02 aparelhos de televisão
02 modem
01 switch 16 portas
01 switch 18 portas
01 armário de aço grande
01 armário de aço pequeno
08 aparelhos de DVD
08 aparelhos de DVD
02 caixas acústicas pequenas
01 par de microfones sem fio com
base
A sala de tecnologias do curso técnico possui:
14 micro computadores;
01 micro computador (servidor);
A sala de tecnologias do curso técnico possui:
14 micro computadores;
01 micro computador (servidor);
01 Lousa Branca
01 ar condicionado;
20 mesas para computador;
16 cadeiras estofadas;
01 Hack com switch com 24 portas;
A sala do CAAT possui:
01 ar condicionado Eletrolux;
01 impressora Lexmark;
01 roteador;
01 nobreak quebrado;
01 scanner quebrado;
01 lousa branca;
16 monitores;
13 mesas;
01 mesa para impressora;
32 cadeiras;
15 thinclient (11 em funcionamento e 3 não operante);
01 CPU;
01 monitor tela plana;
01 armário de aço;
01 modem;
01 ar condicionado;
20 mesas para computador;
16 cadeiras estofadas;
01 Hack com switch com 24 portas;
A sala do CAAT possui:
01 ar condicionado Eletrolux;
01 impressora Lexmark;
01 roteador;
01 nobreak quebrado;
01 scanner quebrado;
01 lousa branca;
16 monitores;
13 mesas;
01 mesa para impressora;
32 cadeiras;
15 thinclient (11 em funcionamento e 3 não operante);
01 CPU;
01 monitor tela plana;
01 armário de aço;
01 modem;
01 caixa de dijuntores;
A secretaria da escola possui:
03 computadores;
01 impressora Kyocera;
01 impressora multifuncional Kyocera;
01 ar condicionado;
16 arquivos de aço com 4 gavetas;
A secretaria da escola possui:
03 computadores;
01 impressora Kyocera;
01 impressora multifuncional Kyocera;
01 ar condicionado;
16 arquivos de aço com 4 gavetas;
01 arquivo de aço com 3 gavetas;
01 armário de MDF 2 portas
grande;
01 armário de MDF 2 portas
pequeno;
05 escrivaninhas;
03 cadeiras giratórias;
02 cadeiras comuns;
01 armário de aço com 2 portas de
vidro;
01 ventilador de teto.
A sala da coordenação possui:
03 armários de aço (arquivo);
03 armários de aço com duas portas;
01 armário de madeira com 2 portas;
01 cômoda de madeira com 6
gavetas;
03 mesas;
03 mesas;
01 mesa de computador;
01 computador;
01 computador;
01 impressora HP laser Jet pro
MFP;
07 cadeiras;
01 ar condicionado;
01 ventilador de teto.
A sala dos professores possui:
02 armários de aço;
04 armários de aço para professores;
01 armário de madeira com 2
portas;
01 geladeira;
03 mesas para computador;
01 geladeira;
03 mesas para computador;
01 impressora Lexmark (com
defeito)
01 mesa de madeira grande;
13 cadeiras de plástico;
01 ar condicionado Mídea;
01 mesa de madeira grande;
13 cadeiras de plástico;
01 ar condicionado Mídea;
01 ventiladores de teto.
A sala da coordenação de área possui:
02 mesas;
02 cadeiras;
02 armários de aço;
01 armário de aço com 4 gavetas;
01 computador
02 escrivaninha;
02 escrivaninha;
A biblioteca possui:
04 mesas redondas com 06 cadeiras estofadas cada;
08 prateleiras de aço;
04 computadores (sem uso);
01 lousa branca;
01 impressora samsung;
01 computador para uso da
biblioteca.
O laboratório de ciências possui:
02 mesa de madeira grande;
01 armário de aço com 2 portas de
vidro;
02 armário de aço com 2 portas
tamanho médio;
01 arquivo com 4 gavetas;
02 bustos adultos;
01 busto pequeno;
01 mesa para computador;
01 pia com armário.
6.6 - Existência de sala de recursos multifuncional.
Por estratégia de atendimento,
o Núcleo responsável pela Educação Especial da Rede estadual de ensino, no
município centraliza esta modalidade de atendimento em algumas
escolas, sendo que os estudantes que deste recurso necessitam são
transportados pelo poder público e assim frequentam este serviço em outra
unidade educacional.
7 - Organização da escola
Na organização formal de nossa
escola, o fluxo das tarefas das ações e principalmente das decisões é orientado
por procedimentos formalizados, prevalecendo as decisões coletivas, juntamente
com o Colegiado Escolar, Associação de Pais e Mestres (APM) e Grêmio Estudantil
que são executadas pelo diretor. Essa estrutura administrativa da escola é
adequada à realização de objetivos educacionais, de acordo com os interesses da
comunidade, prevendo mecanismos que estimulem a participação de todos no
processo de decisão.
É importante reiterar que, quando se busca uma nova organização do trabalho pedagógico, está considerando que as relações de trabalho, no interior da escola deverão estar calcadas nas atitudes de solidariedade, de reciprocidade e de participação coletiva, em contraposição à organização regida pelos princípios da divisão do trabalho da fragmentação e do controle hierárquico. Por isso todo esforço de se gestar uma nova organização deve levar em conta as condições concretas presentes na escola. Há uma correlação de forças com espaços abertos à reflexão coletiva que favorecem o diálogo, a comunicação horizontal entre os diferentes segmentos envolvidos com o processo educativo e a descentralização do poder.
É importante reiterar que, quando se busca uma nova organização do trabalho pedagógico, está considerando que as relações de trabalho, no interior da escola deverão estar calcadas nas atitudes de solidariedade, de reciprocidade e de participação coletiva, em contraposição à organização regida pelos princípios da divisão do trabalho da fragmentação e do controle hierárquico. Por isso todo esforço de se gestar uma nova organização deve levar em conta as condições concretas presentes na escola. Há uma correlação de forças com espaços abertos à reflexão coletiva que favorecem o diálogo, a comunicação horizontal entre os diferentes segmentos envolvidos com o processo educativo e a descentralização do poder.
7.a - Proposta de trabalho para medidas de melhoria da organização da escola e do desempenho
Nossa
escola vem desenvolvendo metodologia com princípios liberais, visto que mescla
ações de tendências tradicionais e progressistas. Este método que prevê
preparar os indivíduos para o desempenho dos papéis sociais, com foco nas
aptidões individualizadas, buscando a adequação dos estudantes aos valores e
normas vigentes, vem nos provocando desafios para a mudança, uma vez que a
garantia de sucesso na escolarização da maioria de nosso alunado é uma meta
ainda a ser atingida.
Diante das dificuldades para garantir que o resultado almejado
se viabilize, voltamos nossa atenção e esforços em formações que demonstrem ao
corpo docente a necessidade de investimento em uma metodologia progressista que
valorize e se comprometa com o respeito pelas experiências de vida, com o saber
empírico de nosso alunado, fazendo um elo entre estes, a pesquisa e o avanço
teórico a ponto de nossos educadores cumprirem o papel e a função de mediadores
do processo de construção dos diversos saberes.
É importante, porém que as atividades se desenvolvam de forma
lúdica, que provoque o estudo e a pesquisa, buscando novas formas de
organização, conjugando-se objetivos e conteúdos traçados nos componentes
curriculares, sempre voltados para os interesses dos estudantes. É fundamental
que o professor tenha consciência que o seu papel é o de criar desafios e
desequilíbrios, para que os avanços se sucedam e se solidifiquem. Quanto mais a
situação de aprendizagem for explorada e aprofundada, mais rica ela será. Para
que se materializem nossas expectativas pedagógicas é preciso buscar parâmetros
que norteiem:
Autonomia, como forma
de provocar em sala de aula e fora dela atividades que permitam ao aluno posicionar-se,
elaborar e participar de projetos pessoais e coletivos.
Respeito à diversidade, uma vez que os educandos têm direito de realizar as
atividades fundamentais para o seu desenvolvimento e socialização. Sua concretização
significa levar em conta fatores sociais, culturais, orientação sexual,
cultura de gênero e etnia, a história de vida de cada aluno e suas
características pessoais, inclusive aquelas que indicam déficit sensorial,
cognitivo, motor, psíquico, ou de altas habilidades; respaldando as individualidades
para minimizar os quadros que possam caracterizar problemas emocionais,
comportamentais e de aprendizagem.
Para complementar as práticas pedagógicas utilizamos também
projetos interdisciplinares contextualizados e a flexibilização dos conteúdos
para atender aos alunos com necessidades especiais. No caso dos alunos surdos
ou déficit auditivo, além da flexibilização do currículo o sistema de ensino
oferece professores mediadores em LIBRAS que atuam no contexto do ensino
regular e EJA atendendo individualmente aqueles que necessitam deste suporte.
Para os estudantes com paralisias e ou deficiências físicas e mentais temos
professor de apoio para atender suas necessidades de aprendizagem e permanência
no ambiente escolar.
Trabalho diversificado, buscando mesclar
e respeitar conteúdos acadêmicos e atividades previstas nos
planejamentos e projetos, permitindo a inserção de experiências e
assuntos sem caráter científico, contemplando principalmente a
interdisciplinaridade e os temas transversais.
Interação e a cooperação, para que a aprendizagem aconteça de forma
participativa e com qualidade propomos que a metodologia envolva o trabalho
coletivo, trazendo à luz a convivência social, étnica/ racial, a cooperação e o
fazer via saber empírico e pesquisa. Para tanto devemos criar situações em que
os alunos possam dialogar, ouvir o outro, ser solidário e vivenciar a
experiência de buscar ajuda, posicionar-se diante de situações atípicas,
coordenar ações para obter sucesso em uma tarefa conjunta.
Seleção
de material de maneira criteriosa, respaldando a
variedade e a qualidade necessárias à obtenção e fornecimento de fonte de
informação, com isenção de apologias a cultos de qualquer natureza, de objetos
e atividades que sugerem atos de marginalidade e todos os tipos de
discriminação.
Temas transversais são inseridos a partir dos Parâmetros
Curriculares Nacionais e da Lei nº9394/96, substituída pela Lei 12.796 de 4 de
abril de 2013 (LDB), incorporado ao currículo com uma nova abordagem àqueles
temas mundialmente debatidos, trazendo à tona a vivência cotidiana de nossa
sociedade.
Esses assuntos são tratados
didaticamente, haja vista a estima e o entendimento da importância do tema em
questão, assim também realizamos a ponte com a vida da comunidade e de nosso
alunado como seres humanos que pertencem a grupos sociais distintos, cujos
costumes, problemas e situações vivenciados por eles viram conteúdos e alvo de
incentivo e informações.
A CULTURA AFRO-BRASILEIRA foi inserida no currículo
escolar pela Lei Nº 10.639 tornando obrigatório o ensino da História da
África e dos Afro-brasileiros, deste modo adotamos a valorização dessa cultura,
estabelecendo metas e desafios com o intuito de fazer valer a valorização
do povo que carrega essa etnia.
A
EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO, amparada pela Lei nº9394/96, substituída pela Lei
12.796 de 4 de abril de 2013 (LDB), abrange os processos formativos com a
finalidade de colaborar para que o trânsito seja um espaço de respeito,
solidariedade e paz. Mais do que cumprir o que determina a Lei nº9503/97 “a
educação para o trânsito será promovida da pré-escola até o ensino superior”,
nos voltamos para essa temática que, se bem trabalhada, promoverá a vida e
diminuirá a violência.
Em relação ao MEIO AMBIENTE, esta unidade escolar se propõe a
estimular projetos e ações que visem a sustentabilidade, a relação de
respeito entre o ser humano e natureza. Voltaremos nossa atenção para a
prevenção de ações que danificam e degradam o meio ambiente, desde o simples
ato de diminuir a quantidade de lixo, economizar energia, economizar água até
aquelas que requerem um maior volume, ou seja: ações de grande monta como é o
caso de combate às queimadas e desmatamento.
Promover a SAÚDE E ORIENTAÇÃO SEXUAL é papel da escola através
da informação repassada pelas disciplinas afins, atividades extraclasses e
aquelas que venham somar com a prevenção de doenças. Buscaremos atingir a
consciência sanitária dos educandos no sentido de entender que gozar de boa
saúde mais do que um direito é dever de cada cidadão que conosco convive,
fornecendo elementos que capacitam os educandos para uma vida saudável, tanto
física como mental. O trabalho sistematizado de orientação sexual estará
presente no cotidiano da escola via projetos que tratam especificamente do
assunto.
Educação Fiscal - Com
vistas a aplicar um dos princípios éticos vigentes em nossa sociedade, a
honestidade, nos pautamos na vivência cotidiana e na legalidade para trabalhar
com este importante assunto. Assim buscamos aquilo que estabelece a nossa carta
magna, no seu Art.37, destacando a necessidade da gestão pública guiar-se pela:
impessoalidade; moralidade; legalidade e publicidade e ainda o que estabelece a
Constituição, no seu Art. 31 § 2º e § 3º, quando reza que haverá controle
externo nas casas legislativas e que as contas públicas de todos os municípios
deverão permanecer durante sessenta dias à disposição de qualquer cidadão. A
Lei de Responsabilidade Fiscal vem cumprindo importante tarefa
ao estabelecer controle de padronização e transparência nas contas
públicas. Por meio de projetos, debates e peças teatrais esta escola se propõe
a desenvolver este assunto.
Buscando mesclar os conteúdos e propostas estabelecidas no Referencial
Curricular/ SED-MS, assuntos de interesses da comunidade escolar e na
diversidade e na pluralidade de ideias vislumbradas nos temas transversais e no
desenvolvimento global do estudante como ser social, defendemos a proposta de
criar e executar projetos de variados temas e assuntos, assim apresentamos
alguns projetos em execução e os que ainda serão realizados:
PROJETO ALUNO NOTA DEZ
PROJETO TREINAMENTO DE FUTSAL MASCULINO
PROJETO TREINAMENTO DE VOLEIBOL MISTO
PROJETO - REFORÇO ESCOLAR;
PROJETO BULLYING
PROJETO SEXUALIDADE E SAÚDE
PROJETO FOLCLORE
PROJETO SACOLA LITERÁRIA
PROJETO SARAU LITERÁRIO
PROJETO MEIO AMBIENTE
PROJETO CONSCIENCIA NEGRA
METAS ESTABELECIDAS PARA O ANO DE 2017
- Estimular a continuidade dos treinamentos
de Futsal, Voleibol;
- Com o intuito de melhorar as competências e
habilidades dos educandos, os docentes farão a previsão de ações por meio do
planejamento online, mensal e obrigatório, acompanhado pela Coordenação
Pedagógica, sendo esta organização realizada em todas as turmas do Ensino
Fundamental, Médio e EJA;
- Reduzir as taxas de abandono das turmas críticas
do ensino fundamental, identificadas no diagnóstico, em 10%;
- Reduzir as taxas de reprovação nas áreas de
conhecimento nas disciplinas críticas do ensino fundamental, identificadas no
diagnóstico em 10%;
- Garantir o cumprimento das diretrizes
curriculares em todas as turmas;
- Estimular a participação dos estudantes e
comunidade em atividades voluntárias;
- Assegurar que todos os estudantes recebam
orientações sobre cuidados com a saúde física e mental;
- Promover a liderança de indivíduos que
incentivam, trabalham em conjunto e apoiam a comunidade educativa a alcançar os
objetivos;
- Envolver os professores para a realização de
atividades consistentes e significativas de modo a que se comprometam com a
aprendizagem contínua;
- Monitorar constantemente os dados dos alunos, dos
programas e dos professores.
7.1 - Gestão escolar
A atual diretora
da escola e diretor adjunto foram nomeados após cumprir todos os quesitos
determinados pela Secretaria de Estado de Educação e processo eleitoral
realizado em 2015, para o triênio de 2016 à 2018. Vem desempenhando suas
tarefas com competência, probidade e dedicação. As muitas e complexas
atividades decorrentes da função são realizadas de forma conjunta com o
Colegiado Escolar, APM e Grêmio Estudantil, que também foi eleito pela
comunidade, de forma democrática, racional e interativa. As decisões são
norteadas pela legislação vigente usando bom senso, nunca expressando
autoritarismo e coerção. Nesse contexto,
o gestor escolar é figura de suma importância, visto que uma liderança
consciente auxilia na transformação da prática administrativa, pedagógica e
relacional no contexto escolar. Na Escola Estadual Irman Ribeiro de Almeida
Silva, os gestores estão envolvidos com
o processo de ensino-aprendizagem a fim de ser capaz de identificar
dificuldades e situações-problema que possam interferir no rendimento dos estudantes.
A APM: é uma entidade civil com personalidade
jurídica própria, sem caráter lucrativo formado por pais, professores,
funcionários da escola e direção. Tem por objetivo administrar recurso Federal,
Estadual, Municipal, da comunidade, de entidades públicas ou privadas e da
promoção de campanhas escolares (comemorações, palestras, gincanas, etc). A Associação foi constituída conforme o
disposto no artigo 14 do Estatuto da APM em vigor e o Conselho Deliberativo
está constituído de 7 (sete) membros, obedecendo as proporções definidas no §
1º § 2º e § 3º, e Parágrafo Único que determina que a presidência será exercida
pelo (a) diretor (a) da unidade escolar.
Desta forma, a Associação de Pais e
Mestres (APM) da Escola Estadual Irman Ribeiro de Almeida Silva, é oriundo de
um processo democrático ocorrido no mês de junho de 2016, onde os eleitos terão
mandato de três anos. A Diretoria Executiva tem como presidente a Senhora Edna
Moreno de Moraes Silva.
Missão da
APM
A APM,
instituição auxiliar da escola, terá por finalidade colaborar no aprimoramento
do processo educacional, na assistência escolar e na integração
família-escola-comunidade. Como entidade com objetivos sociais e educativos,
não terá caráter político, racial ou religioso e nem finalidades lucrativas.
Por
fim, no exercício de suas atribuições, a APM manterá rigoroso respeito às
disposições legais, de modo a assegurar a observância dos princípios
fundamentais que norteiam a filosofia e política educacionais
O Colegiado
Escolar: é um órgão que faz parte da
estrutura da Unidade Escolar. Trata-se de uma instância colegiada que tem
caráter deliberativo, executivo, consultivo e avaliativo nos assuntos
referentes a gestão pedagógica, administrativa e financeira da Escola.
O Colegiado
Escolar tem como função consolidar a gestão escolar democrática a partir do
estabelecimento de relações de compromisso, parceria e corresponsabilidade
entre a escola e a comunidade, com vistas à melhoria da qualidade social da
educação.
O Colegiado
Escolar tem as seguintes funções:
DELIBERATIVA:
elabora, aprova, toma decisões relativas às ações pedagógicas, administrativas
e financeiras, incluindo o gerenciamento dos recursos públicos destinados à
unidade escolar;
CONSULTIVA:
assessora a gestão da unidade escolar, opinando sobre as ações pedagógicas,
administrativas e financeiras;
AVALIATIVA:
elabora diagnóstico, avalia e fiscaliza o cumprimento das ações desenvolvidas
pela unidade escolar;
MOBILIZADORA:
apoia, promove e estimula a comunidade escolar e local em busca da melhoria da
qualidade do ensino, do acesso, da permanência e da aprendizagem dos estudantes.
O
Colegiado Escolar da Escola Estadual Irman Ribeiro de
Almeida Silva, é oriundo de um processo democrático ocorrido no mês de maio de
2016 tendo vigência de três anos,
e tem como presidente a professora Rosângela Maria Andrade Silva.
Grêmio
Estudantil: é um direito previsto aos estudantes
da educação básica, na intenção de representar seus interesses e expressar suas
reivindicações, devendo ser constituído e organizado por eles na forma de
Instituição Jurídica, sem fins lucrativos. Sua organização nas unidades da Rede
Estadual de Ensino está prevista na Lei Federal nº 7.398/1985, que dispõe sobre
a organização dessa instituição, e na Lei Estadual nº 2.384/2001, que garante a
livre associação estudantil nos estabelecimentos públicos e privados em Mato
Grosso do Sul, bem como no Decreto Estadual nº 13.770/2013, que trata da
estrutura e funcionamento das unidades escolares na Rede Estadual de Ensino,
Capítulo XIX, artigos 40 e 41, que apresentam aspectos específicos ao Grêmio
Estudantil.
No Plano Nacional de Educação –
PNE/2014 – 2024, apresenta, na Meta 19, o prazo de dois anos para efetivação
democrática da educação, no âmbito das escolas públicas, que tem como
estratégia, no item 19.4, estimular a constituição e o fortalecimento de
grêmios estudantis, assegurando-lhes espaços adequados e condições de
funcionamento nas escolas. Dessa forma, o Plano Estadual de Educação, Lei nº
4.621/2014, em alinhamento ao PNE, na meta 19.7, propõe a implantação e o
fortalecimento dos Grêmios Estudantis.
O Grêmio Estudantil da Escola Estadual
Irman Ribeiro de Almeida Silva, é oriundo de um processo democrático ocorrido
no mês de julho de 2016, ele recebeu o nome de Grêmio Tiradentes, possui
estatuto próprio e tem como presidente o aluno Adson Vitor da Silva Velasques.
FUNCIONAMENTO DA SECRETARIA ESCOLAR
A
secretaria é o setor responsável pelos arquivos e pela escrituração dos fatos
relativos à vida escolar dos estudantes como também a vida funcional do corpo
docente e técnico - administrativos, pela expedição de documentos, correspondências
oficiais, dando suporte ao funcionamento de todos os setores da Unidade
Escolar. A secretaria da escola conta com cinco funcionários distribuídos nos
três turnos de atendimento toda comunidade escolar, sendo que o período
matutino funciona das sete horas às treze horas, no vespertino das treze horas
às dezenove horas e o período noturno das dezoito horas às vinte e duas horas.
SISTEMA DE COLETAS DE DADOS E REGISTROS
É
feito através do SISTEMA DO CENSO ESCOLAR (EDUCACENSO), na qual o MEC
estipula uma data base para o início da coleta de dados, que é efetuada pela
secretaria da Unidade Escolar sobre a responsabilidade do Diretor e Secretária,
são utilizados para a coleta desses dados toda documentação e registros
arquivados na secretaria da escola tais como: pastas dos alunos, diários de
classe, pasta de professores, etc... e todas as informações prestadas deve
expressar a realidade e veracidade dos fatos .
FUNCIONAMENTO DA BIBLIOTECA:
A escola Estadual Irman Ribeiro de Almeida Silva, possui
um biblioteca cujo nome é: Vera Lúcia Pigari Baptista ( in memória). A mesma
recebeu este nome em homenagem à professora Vera que tanto se empenhou e lutou
para que a nossa escola tivesse e fosse um ambiente aconchegante, alegre e com
diversos livros para que os discentes e toda a comunidade escolar pudessem
pesquisar e realizar leituras agradáveis.
A Biblioteca Vera Lúcia Pigari Baptista tem por:
MISSÃO: formar leitores e
cidadãos críticos, oferecendo a cada um, oportunidade de vivências destinadas à
produção e uso de informações voltadas ao conhecimento, à compreensão,
imaginação e ao entretenimento, sendo dinâmica, alegre, criativa e inovadora.
VISÃO: ser referência de
qualidade em relação aos serviços prestados à comunidade escolar com dinamismo,
alegria, criatividade e inovação, comprometida com a formação de cidadãos
críticos, éticos e conscientes de sua responsabilidade social, onde as
diferenças sejam sempre respeitadas.
VALORES: manter o
compromisso com democratização da informação;
ü
respeitar a ética e os
valores humanos, independente do sexo, da cor, da raça, da religião (...);
ü
trabalhar em equipe com
eficiência e eficácia;
ü
oferecer à comunidade
escolar um acervo qualificado e diversificado;
ü
contribuir para a
formação de cidadãos críticos comprometidos com uma sociedade saudável,
solidária e com capacidade de assumir seu lugar na sociedade com
responsabilidade.
A
função da biblioteca da Escola é auxiliar a formação de um público leitor no
processo de aprendizagem. Oferecendo oportunidades de vivências destinadas à
produção e uso de informações voltadas ao conhecimento, à compreensão,
imaginação e ao entretenimento. Sendo ela, dinâmica, alegre, criativa e
inovadora. Os alunos e todos
seus usuários têm como principal objetivo, a ansiedade de informação.
O empréstimo de livros da biblioteca de nossa escola é permitido aos alunos, professores, funcionários e à comunidade quando solicitado. Feito sob um controle de anotações em fichas individuais. Para atender a demanda de informações aos usuários, contamos também com o acervo. Recebemos livros da SED, MEC, PDE e PDDE e doações de professores.
O prazo estipulado é de 7 (sete) dias podendo renovar a data por mais 7 (sete) dias, caso não termine a leitura ou consulta e o horário de atendimento é de 2ª a 6ª feira, das 7 às 11 horas no período matutino; das 13 às 17 horas no período vespertino e das 18:30 às 22:30 horas no período noturno.
O empréstimo de livros da biblioteca de nossa escola é permitido aos alunos, professores, funcionários e à comunidade quando solicitado. Feito sob um controle de anotações em fichas individuais. Para atender a demanda de informações aos usuários, contamos também com o acervo. Recebemos livros da SED, MEC, PDE e PDDE e doações de professores.
O prazo estipulado é de 7 (sete) dias podendo renovar a data por mais 7 (sete) dias, caso não termine a leitura ou consulta e o horário de atendimento é de 2ª a 6ª feira, das 7 às 11 horas no período matutino; das 13 às 17 horas no período vespertino e das 18:30 às 22:30 horas no período noturno.
RECURSOS FINANCEIROS
A
Escola Estadual “Irman Ribeiro de Almeida Silva” é mantida pela Secretaria de
Estado de Educação que além de custear o quadro de funcionários, proporciona
verbas para manter a estrutura e o funcionamento desta mesma instituição
escolar.
Durante
o ano letivo, recebemos quantias significativas que são distribuídas da
seguinte maneira:
- PNAE: São enviadas duas parcelas, durante o
ano, sendo no 1º semestre e uma no 2º semestre para atender alunos do
Ensino Fundamental e Médio EJA.
- Repasse Financeiro para manutenção: são
enviados uma parcelas no 1º semestre e uma no 2º semestre
- P.D.D.E. (PROGRAMA de DINHEIRO DIRETO na
ESCOLA) enviado pelo MEC: essa verba é enviada apenas uma vez
por ano, sendo que o último foi no valor de R$2.042,00(dois mil e quarenta
e dois Reais), material de consumo e permanente, para uso com os alunos do
Ensino Fundamental e Médio.
- O P.D.D.E. estrutura. A escola recebeu no último
ano o valor de R$10.000,00 (dez mil reais). Sendo dois mil
reais para aquisição de bens permanente e oito mil para reforma de acessibilidade.
- Repasse Emergencial: Esse repasse financeiro
somente é destinado às escolas, em que ocorrerem imprevistos emergenciais.
Então, a instituição faz seu orçamento, monta seu processo e envia à
Secretaria de Educação, caso haja a necessidade de um complemento.
Livro Didático
Todos
os anos a escola participa intensamente do Programa Nacional do Livro Didático
(PNDL) desenvolvendo estudo, análise discussão sobre a seleção das coleções que
comporão o kit de livros que serão recebidos pelos estudantes. No
ano de 2012, foram selecionadas as coleções para os anos iniciais do
Ensino Fundamental que estarão em uso em 2013, 2014 e 2015.
"É feita uma análise e discussão para que a seleção seja feita de forma democrática e apoiada nas concepções definidas no projeto político-pedagógico (PPP) e no Plano de Educação da rede". É importante que a equipe gestora tenha clareza de seu papel em todo o processo. Diretor e coordenador pedagógico na pré-seleção dos livros juntamente com o corpo docente que se reúnem e definem coletivamente as coleções que atenda a necessidade da equipe.
Um instrumento fundamental para apoiar essa avaliação é o Guia de Livro Didático, publicação distribuída pelo Ministério de Educação (MEC), que traz uma série de dicas e sugestões para ajudar os docentes na seleção.
Nos próximos anos, serão feitas escolhas para os anos finais do Ensino Fundamental (2013) e Ensino Médio (2014). Sendo que nos anos anteriores, além da análise pela escola, foi feito um momento de análise com toda equipe pedagógica da Rede Estadual de Ensino para unificação da escolha no Município, o que facilitou a troca de coleções entre as escolas dependendo do fluxo de estudantes.
"É feita uma análise e discussão para que a seleção seja feita de forma democrática e apoiada nas concepções definidas no projeto político-pedagógico (PPP) e no Plano de Educação da rede". É importante que a equipe gestora tenha clareza de seu papel em todo o processo. Diretor e coordenador pedagógico na pré-seleção dos livros juntamente com o corpo docente que se reúnem e definem coletivamente as coleções que atenda a necessidade da equipe.
Um instrumento fundamental para apoiar essa avaliação é o Guia de Livro Didático, publicação distribuída pelo Ministério de Educação (MEC), que traz uma série de dicas e sugestões para ajudar os docentes na seleção.
Nos próximos anos, serão feitas escolhas para os anos finais do Ensino Fundamental (2013) e Ensino Médio (2014). Sendo que nos anos anteriores, além da análise pela escola, foi feito um momento de análise com toda equipe pedagógica da Rede Estadual de Ensino para unificação da escolha no Município, o que facilitou a troca de coleções entre as escolas dependendo do fluxo de estudantes.
7.2 - Organização do tempo e espaço
A escola atende nos períodos Matutino,
Vespertino e Noturno. No período matutino a escola atende no horário das
07h00min às 11h20min; no período vespertino das 12h30min às 16h50min e no período
noturno das 18h30min às 22h00min.
Tabelas com as etapas e modalidades de ensino ofertadas pela escola:
Tabelas com as etapas e modalidades de ensino ofertadas pela escola:
- Período Matutino – Ensino Fundamental 1º
ao 5º Ano
TURMAS
|
QUANTIDADE
|
TURNO
|
ETAPA DE ENSINO
|
5º ANO
|
2 Turma
|
Matutino
|
Ensino
Fundamental
|
4º ANO
|
1 Turma
|
Matutino
|
Ensino
Fundamental
|
3º ANO
|
1 Turma
|
Matutino
|
Ensino
Fundamental
|
2º ANO
|
1 Turma
|
Matutino
|
Ensino
Fundamental
|
1º ANO 1
Turma Matutino Ensino Fundamental
- Período Matutino – Ensino Fundamental 6º ao 9º
TURMAS
|
QUANTIDADE
|
TURNO
|
ETAPA DE ENSINO
|
9º ANO
|
1 Turma
|
Matutino
|
Ensino
Fundamental
|
8º ANO
|
2 Turma
|
Matutino
|
Ensino
Fundamental
|
7º ANO
|
2
Turmas
|
Matutino
|
Ensino
Fundamental
|
6º ANO
|
1
Turmas
|
Matutino
|
Ensino
Fundamental
|
.
Período Matutino – Ensino Médio
TURMAS QUANTIDADE TURNO ETAPA DE ENSINO
- Período Vespertino – Ensino Ensino Fundamental 1º ao 5º Ano
TURMAS
|
QUANTIDADE
|
TURNO
|
ETAPA De ENSINO
|
1º ANO
|
1 Turma
|
Vespertino
|
Ensino Fundamental
|
2º ANO
|
1 Turma
|
Vespertino
|
Ensino Fundamental
|
3º ANO
|
1 Turma
|
Vespertino
|
Ensino
Fundamental
|
4º ANO
|
1 Turma
|
Vespertino
|
Ensino Fundamental
|
- Período Noturno – Ensino Medio Modalidade de Ensino EJA IV
TURMAS
|
QUANTIDADE
|
TURNO
|
ETAPA D ENSINO
|
1ª FASE
|
3
Turmas
|
Noturno
|
Ensino Médio
|
2º
FASE
|
2
Turmas
|
Noturno
|
Ensino
Médio
|
8 - Relações
entre a escola e a comunidade
Os familiares dos estudantes
matriculados nesta unidade escolar têm bimestralmente reuniões com a equipe
escolar para acompanhamento do desempenho acadêmico de seus dependentes. Cabe
salientar que nesses encontros a Direção, Coordenação Pedagógica e Professores
dialogam com a família sobre a situação de aprendizagem e assuntos que direta e
indiretamente ligados à educação e ao desenvolvimento da criança e do adolescente.
Assim também é versado sobre relações interpessoais e assuntos que venham de
encontro aos interesses da comunidade escolar.
São promovidos eventos com
cunho comemorativo, pedagógico, cultural, previstos no calendário e nos
projetos, assim como palestras envolvendo parcerias entre organismos
governamentais e do terceiro setor, profissionais liberais, pessoas físicas que
possam contribuir com o melhoramento do conteúdo desenvolvido, especialmente
aqueles que fazem parte dos temas transversais.
A escola também cede espaço físico para reuniões de bairro, e
quaisquer outras entidades e assuntos de interesse da comunidade, atividades
religiosas e avaliações institucionais. Recebe ainda sessões itinerantes da
Câmara de Vereadores do município.
Contamos
com algumas ações voluntárias, seja por parte de pais, professores ou
funcionários, que através da boa vontade e espírito participativo fazem o
trabalho de doação, oferecendo recuperação, no contra turno para aquele alunado
que não está acompanhando a turma ou desenvolvimento de projetos nas várias
áreas do conhecimento.
Estabelecemos
comunicação com a comunidade escolar, organismos públicos, comunidade que
pertençam ao entorno da escola ou mesmo com a Secretaria de Estado de Educação
- SED, via correspondências oficiais, emails, sites de notícias, redes sociais,
bilhetes e até mesmo por telefone.
9 - Concepções teóricas
9.1 Educação
Com vistas a preparar do
educando para enfrentar os desafios da sociedade, proporcionando oportunidades
para ampliar os seus conhecimentos de forma crítica e participativa, estamos
empenhados para concretizar a meta de proporcionar uma educação inovadora,
flexível e participativa, onde o estudante seja o alvo principal, pois
entendemos que a escola se faz com ele e para ele.
Aberta
às inovações metodológicas, a Escola E. Irman Ribeiro busca a interação,
capacitação e valorização de funcionários e professores com o único propósito
de atingir metas e objetivos respeitando o espaço de cada um, estimulando a
criatividade para que a auto estima desses seres humanos esteja elevada a ponto
de se reconhecerem como pessoas capazes e úteis para a sua comunidade, agindo com responsabilidade
e compromisso em prol de uma educação de qualidade.
9.2 Escola
Instituição
de ensino que visa promover a apropriação do conhecimento elaborado, com foco
no desenvolvimento global do ser humano, buscando a sintonia entre o corpo
docente, discente, administrativo, pais e a comunidade em geral. Proporciona ao
estudante a aquisição de consciência crítica que lhe amplie a visão de mundo
para dar-lhe condições de uma leitura interpretativa dos fatos sociais, das
relações interpessoais e a integração com a natureza.
Deve
ser um estabelecimento acolhedor, incluindo todos os segmentos da sociedade,
quais sejam: idosos; deficientes; de todos os credos e etnias e orientação
sexual, propiciando a igualdade de oportunidade para todos. Segundo Arthur
Guimarães, a Inclusão é mais do que criar condições para os deficientes, é um
desafio que implica mudar a escola como um todo, no projeto pedagógico, na
postura diante dos alunos e na filosofia.
De acordo com o Art. 205 da C.F.
De acordo com o Art. 205 da C.F.
“a Educação
é direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada
com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu
preparo para o exercício da cidadania e na qualificação para o trabalho”.
Nessa
carta magna ainda respalda que todos terão direito à educação e ao acesso à
escola, assim devemos atender os princípios constitucionais, não excluindo
nenhuma pessoa em razão de sua origem, raça, sexo, cor, idade, deficiência ou
ausência dela. A inclusão escolar constitui uma proposta politicamente
correta que representa valores simbólicos importantes, condizentes com a igualdade
de direitos e de oportunidades educacionais para todos, em um ambiente
favorável.
Nossa
escola estará repensando constantemente o processo educativo para que seja
competente e apta a enfrentar novos desafios, cumpridora de seu papel na
formação do cidadão.
Estimularemos o Professor a ser mediador entre o estudante, a pesquisa, os afazeres acadêmicos e a ação. Um profissional formador, reflexivo, comprometido com o processo educativo, integrado ao mundo de hoje, responsável socialmente pela formação do educando enquanto cidadão e, principalmente, um eterno aprendiz; aquele que busca “inovar e inovar-se”, que esteja aberto a novas propostas e ideais, sendo multiplicador de valores, atitudes e conhecimentos.
Queremos formar cidadãos críticos, construtores do seu saber, atuante na sociedade e que saiba entender seus direitos e deveres. Saiba criar, investigar, organizar, comparar, analisar e interagir como cidadão na família, escola, comunidade e sociedade que está inserido.
Estimularemos o Professor a ser mediador entre o estudante, a pesquisa, os afazeres acadêmicos e a ação. Um profissional formador, reflexivo, comprometido com o processo educativo, integrado ao mundo de hoje, responsável socialmente pela formação do educando enquanto cidadão e, principalmente, um eterno aprendiz; aquele que busca “inovar e inovar-se”, que esteja aberto a novas propostas e ideais, sendo multiplicador de valores, atitudes e conhecimentos.
Queremos formar cidadãos críticos, construtores do seu saber, atuante na sociedade e que saiba entender seus direitos e deveres. Saiba criar, investigar, organizar, comparar, analisar e interagir como cidadão na família, escola, comunidade e sociedade que está inserido.
9.3 Currículo
Através do currículo
comunicamos os princípios e características essenciais do propósito educativo,
de forma que permaneça aberto à discussão crítica e que possa ser efetivamente
transladado à prática. Deve levar em conta as condições reais, nas quais o
projeto vai ser realizado, proporcionando informações sobre o que ensinar (a
experiência social culturalmente aceita) e o objetivo (os processos de
crescimento pessoal que se deseja provocar, favorecer ou facilitar mediante o
ensino).
Deve ainda acomodar informações
sobre quando ensinar, ou seja, oferecer seqüência aos conteúdos e objetivos e oportunizar
informações sobre como ensinar, isto é, a maneira de estruturar as atividades
de ensino/aprendizagem das quais participam os alunos, afim de atingirem os
objetivos propostos em relação aos conteúdos selecionados.
O currículo ainda deve clarear
as informações sobre o que, como e quando avaliar, pois a avaliação é um
elemento indispensável que mede a eficácia ou não da ação pedagógica, introduzindo
as correções oportunas.
Nossa proposta curricular está aberta às modificações e correções necessárias, adequando ações que garantam o respeito aos diferentes contextos de aplicação, estimulando o compromisso do corpo docente no desempenho da suas atividades profissionais.
Nossa proposta curricular está aberta às modificações e correções necessárias, adequando ações que garantam o respeito aos diferentes contextos de aplicação, estimulando o compromisso do corpo docente no desempenho da suas atividades profissionais.
9.4 Ensino e aprendizagem
Trabalhando o ser humano no
sentido amplo da palavra, queremos realizar a conversão do saber empírico como
base para o conhecimento científico de nossos estudantes pra que estes tenham
condição de conviver de forma harmônica, interativa e participativa na
sociedade, construindo espaços e proporcionando ações que melhorem sua
qualidade de vida, assim também o faça com seus familiares e aqueles que ao seu
entorno se encontrarem.
Acreditamos que o indivíduo
deve estar preparado para fazer escolhas, sem deixar de considerar os valores
morais de uma sociedade ética, que se renova em todas as dimensões, sem deixar
de valorizar o bem comum.
Visamos galgar índices de
conhecimento e aprendizagem escolar capazes de elevar o nome de nossa escola
como instituição que dá certo, que valoriza e estimula o potencial de seu corpo
discente, respeita suas individualidades e permite o avanço e progresso de
forma contínua e crescente.
Três princípios norteiam nosso
Projeto Político Pedagógico:
Comprometimento com a
educação de qualidade e que se realiza através de um Referencial Curricular
elaborado pela Secretaria de Estado de Educação, possibilitando o acesso e o
respeito aos conhecimentos acumulados, sistematizando-os através do
desenvolvimento de valores, competências e habilidades.
Respeito aos diferentes níveis do conhecimento, aproveitando
a experiência e o saber que o aluno traz à escola, pois tais conhecimentos
exprimem o que poderíamos chamar de identidade cultural do estudante.
Participação dos
estudantes na elaboração e execução da proposta pedagógica, com o intuito de
tornar o fazer pedagógico mais atraente, dinâmico e participativo, levando ao
entendimento do conteúdo proposto e das regras e resultado daquilo que se
construiu.
10 - Critérios e formas de avaliação de
aprendizagem
PROCESSO DE AVALIAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO
INTEGRAL DO EDUCANDO
A avaliação
da aprendizagem é parte integrante do processo educativo; será realizada de
forma contínua e sistemática, devendo ser um conjunto de instrumentos que
ajudem o professor a analisar e refletir sobre sua prática, analisando a
construção do conhecimento do aluno e verificando se os objetivos foram
alcançados.
Numa proposta que tem como objetivo
desenvolver capacidades e não apenas dominar conteúdos, a avaliação assume
outra função que não a costumeira medição.
Nos PCN a avaliação serve de indicador para orientar a prática educacional.
Mostra ao professor quando é preciso realizar ajustes no processo educativo.
Para tanto, ela não pode ser feita apenas em momentos específicos. A avaliação
exige uma observação sistemática dos alunos para saber se eles estão
aprendendo, como estão aprendendo e em que condições ou atividades eles
encontram maior ou menor dificuldade.
Essa avaliação não se refere apenas ao
domínio de conteúdos específicos, mas também ao desenvolvimento das
capacidades. Portanto, importa avaliar o aluno como um todo, nas diversas
situações que envolvem aprendizagem: no relacionamento com os colegas, no
empenho para solucionar problemas propostos, nos trabalhos escolares, nas
brincadeiras, etc.
A avaliação
inicial da classe (período de sondagem) ganha destaque nos PCN porque é
ela que dará ao professor elementos para fazer seu planejamento, determinando
os conteúdos e respectivo grau de aprofundamento.
A avaliação é
sinalizadora da aprendizagem, uma tomada de consciência e de conquista para
professor, aluno, equipe de apoio pedagógico e direção, com intuito de buscar
alternativas para que aconteça uma aprendizagem eficaz. Logo no início do ano
letivo, ou quando receber um educando de uma unidade diferente é necessário que
se faça uma avaliação investigativa, para diagnosticar o que o aluno já sabe, o
que precisa saber e como fazer para que aconteça essa aprendizagem.
A avaliação
deve sustentar e orientar a função pedagógica, devendo estar relacionada com as
oportunidades oferecidas, visando:
- traçar prioridades que devem
ser levadas em conta no processo educativo;
- identificar o processo de
aprendizagem e as dificuldades do aluno;
- avaliar diferentes códigos:
oral, escritos, gráficos, numérico, e pictórico, de forma a considerar as
diferentes aptidões dos alunos.
- fornecer subsídios para o
planejamento e replanejamento das atividades curriculares;
- propiciar ao educando condições
de avaliar seu conhecimento e desenvolver espírito crítico;
- apurar o rendimento escolar do
educando, com vistas a sua promoção e continuidade dos estudos;
O critério
para avaliação escrita no decorrer do bimestre será de no mínimo 03 avaliações
devendo considerar os aspectos estruturais de cada realidade. A média para
aprovação após resultado das avaliações é 6.0 (seis) para o Ensino Fundamental,
após exame final, 5.0 (cinco).
As provas
mensais serão marcadas e elaboradas pelo professor e as bimestrais serão
elaboradas por eles, marcadas e vistadas pela coordenação pedagógica. Os alunos
receberão a cada bimestre um calendário de provas, e durante este período o
professor não dará outra atividade avaliativa.
A terceira avaliação do bimestre poderá ser a
nota da (avaliação contínua) que avalia o aluno no decorrer do bimestre
envolvendo tarefa, uniforme, comportamento, pontualidade, respeito, cuidado com
os bens materiais, assiduidade, colaboração, ética e participação nas
atividades promovidas pela escola.
Os
professores disponibilizarão aos alunos todos os resultados de avaliações ou
trabalhos na qual foram submetidos para controle dos mesmos e conhecimento dos
pais.
Em todos os
bimestres serão entregues as notas bimestrais passadas em boletim informativo. Ao
término de cada bimestre os pais/responsáveis serão convocado para uma reunião
com a direção, coordenação pedagógica e professores para tratar do desempenho
escolar dos seus filhos.
O ano letivo,
dividido em quatro bimestres, apresenta as seguintes avaliações:
Ø
Uma prova específica por disciplina, englobando
os assuntos referentes ao bimestre – Prova Bimestral;
Ø
Uma prova mensal com assuntos abordados no mês -
Prova Mensal;
Ø
Um trabalho sobre os temas abordados no
bimestre, quando o professor assim o planejar;
Ø
Avaliação Contínua;
Ø
Outras formas de trabalho/avaliação que o
professor julgar apropriado.
A recuperação é bimestral e compreende
estudos dirigidos e aulas especiais que abranjam os assuntos ou as dificuldades
apresentadas pelo aluno, no bimestre, aferidas através de trabalho, seminário
ou prova escrita de cada disciplina em que o aluno não atingiu o objetivo de
aprendizagem, visando o aspecto quantitativo e qualitativo.
O aluno que não fizer as provas
bimestrais, em casos de ausências justificadas,
previstos na legislação vigente, pelos pais ou responsáveis, quando
menor, poderá fazer a Prova Repositiva, aplicada pelos
professores e com data marcada no calendário de provas bimestrais.
No primeiro ano do
Ensino Fundamental, a avaliação que é realizada bimestralmente tem em seu
registro o resultado das competências e habilidades trabalhadas no decorrer do
ano letivo por meio de relatório.
Todas as
formas de avaliação serão registradas no planejamento
de ensino.
Cumprindo as determinações
estabelecidas pela esfera federal e estadual, a escola participa do processo de
Avaliação Institucional Externa (AIEMS) ,do Exame Nacional do Ensino Médio
(ENEM), do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) que abrange a
Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA), a Avaliação Nacional da
Educação Básica (Aneb) e a Avaliação Nacional do Rendimento Escolar (Anresc)
-também denominada "Prova Brasil" e Provinha Bras.il.
A
avaliação pode se tornar também um instrumento de aprendizagem. Estimular o
aluno a fazer a auto avaliação
é uma forma de ele aprender a analisar seus trabalhos, desenvolvendo seu senso
crítico e sua autonomia.
As propostas de avaliação dos PCN minimizam um dos piores problemas
escolares, que é a reprovação,
sempre associada ao fracasso. Professor e aluno terão tempo suficiente para
detectar problemas e encontrar soluções antes de chegar a um resultado tão
radical e negativo.
A avaliação não é um castigo.
É, na verdade, um detector de
aprendizagem.
A avaliação deve ocorrer sempre que o
professor e alunos concluírem uma ou um conjunto de estratégias para a
aprendizagem. Ao perceber dificuldades no desempenho do aluno, o professor deve
oferecer-lhe atividades que venham sanar ou amenizar as dificuldades
encontradas no decorrer do processo de aprendizagem. Por isso, as
atividades de avaliação ficam aos cuidados do professor, que deverá propô-las
nos momentos mais adequados e ao longo do bimestre com formas e atividades
diversificadas.
A avaliação mantém o mesmo tratamento
dado nas estratégias de sala de aula, permitindo que o aluno expresse seu
conhecimento em trabalhos e/ou questões que envolvam as habilidades
trabalhadas, considerando os conhecimentos que são indispensáveis para a continuidade
dos estudos.
A informação clara ao aluno de seus
resultados em cada atividade favorece a percepção quanto ao seu nível de
desempenho, permitindo-lhe superar dificuldades ou avançar em busca de um maior
aprofundamento.
11 - Acompanhamento do processo de ensino e aprendizagem
O
acompanhamento do processo de ensino e aprendizagem é uma das grandes
responsabilidades do professor e da equipe pedagógica no seu trabalho
cotidiano. Para Libâneo (1994, p.212), “trata-se de um processo
de acompanhamento sistemático do desempenho escolar dos alunos
em relação aos objetivos, para sentir o seu progresso, detectar as
dificuldades, fazendo a retomada quando os resultados não são satisfatórios”.
Na realidade desta Unidade Escolar o acompanhamento dar-se-á por meio do
conhecimento e análise dos resultados das Avaliações internas e externas, dos projetos e
dos trabalhos desenvolvidos, através de gráficos, relatórios, portfólios,
conselho de classe, visitas às salas de aula, momentos de leitura, diálogo
formal e informal com os alunos, acompanhamento das notas mensais e bimestrais,
realização de reuniões com professores. Nesta proposta o
professor e a escola também passarão por um
processo de avaliação. Os alunos terão oportunidades de levantarem os aspectos positivos e
negativos de cada aula e da organização escolar,
na premissa da melhoria da qualidade do ensino e do
replanejamento das ações metodológicas e organizacionais.
11.a - Conselho de Classe
O conselho de classe é uma das poucas oportunidades em que é possível
reunir os docentes das diversas disciplinas de um mesmo ano com o objetivo de
analisar os processos de ensino e de aprendizagem sob múltiplas perspectivas.
Quando as discussões são bem conduzidas, elas favorecem aspectos como a análise
do currículo, da metodologia adotada e do sistema de avaliação da instituição.
Dessa forma, possibilitam aos professores uma interessante experiência
formativa, permitindo a reavaliação da prática didática.
A função do conselho - que deve contar, sempre que possível, com a participação do diretor, do coordenador pedagógico e do orientador educacional, além dos professores - não é julgar o comportamento dos alunos, mas compreender a relação que eles desenvolvem com o conhecimento e como gerenciam a vida escolar para, quando necessário, propor as intervenções adequadas.
Para tanto, a contribuição do orientador educacional é essencial, visto que ele pode ajudar a equipe a compreender como questões cognitivas, afetivas e sociais afetam a aprendizagem. Juntos, o orientador e os docentes devem definir os encaminhamentos que levem à melhoria da qualidade da produção dos estudantes. Nesse sentido, é fundamental o grupo socializar práticas bem-sucedidas que possam ser replicadas - considerando que, muitas vezes, os bons resultados na aprendizagem aparecem apenas após a mudança nas estratégias de ensino.
Para esses momentos se tornarem produtivos, é fundamental que os professores tenham clareza das finalidades de cada reunião. Muitas escolas organizam pré-conselhos durante o ano para a divulgação dos resultados parciais das avaliações. Já o encontro do fim do ano tem o objetivo de decidir sobre aprovações ou retenções. O responsável pela organização desse evento - geralmente o orientador educacional ou alguém da equipe gestora - deve definir previamente com o grupo quais alunos apresentam maiores problemas e, por isso, terão as suas produções analisadas. Assim, ao longo dos meses ou das semanas que antecedem o encontro, os professores podem se preparar, observando o trabalho desses estudantes e identificando a natureza de suas dificuldades. Essas são informações preciosas a serem compartilhadas e discutidas com os demais docentes. Posteriormente, cabe ao orientador comunicar aos alunos e suas famílias o que foi discutido durante a reunião.
Tudo isso só será possível se os gestores planejarem um conselho de classe que ajude os docentes a ampliar o olhar sobre o desempenho da turma e a própria prática, propiciando assim a melhoria da qualidade do ensino.
Objetivos dos Conselhos
de Classe:
I - interpretar
os dados resultantes da avaliação da aprendizagem dos educandos e sua relação
com o trabalho desenvolvido pelo professor na direção do processo
educativo, proposto no currículo pleno;
II - acompanhar o processo de aprendizagem dos
educandos e analisar seus resultados, a fim de aperfeiçoá-lo;
III - analisar os resultados da aprendizagem na relação
com o desempenho da turma, com a organização dos conteúdos e com o encaminhamento
metodológico;
IV - participar do processo de classificação,
aceleração de estudos e avanço escolar dos educandos;
V -
decidir sobre as situações limítrofes dos educandos que, após exame final,
ficarem retidos em, no máximo, duas áreas de conhecimento ou disciplinas, ou
dois componentes curriculares, no caso do Ensino Fundamental. Em relação ao
Ensino Médio e a EJA IV, a quantidade de componentes curriculares ou
disciplinas para decisão do conselho de classe quanto a aprovação as situações
limítrofes dos educandos que ficarem retidos após o exame final é de no máximo,
três áreas de conhecimento ou disciplinas.
VI - Buscar novos
procedimentos, a fim de superar dificuldades apresentadas pelo aluno e/ou pela turma;
VII - Decidir sobre a aprovação
ou reprovação do aluno, tendo como referência os princípios e os critérios de
avaliação adotados pelo professor.
12 - Indicadores de qualidade
IDEB
O Índice de Desenvolvimento da Educação
Básica (IDEB) foi criado para medir a qualidade de cada escola e de cada rede
de ensino. O indicador é calculado com base no desempenho do estudante e nas
taxas de aprovação. Assim, para que o IDEB de uma escola ou rede cresça é
preciso que o aluno aprenda, não repita o ano e frequente a sala de aula. O
Índice é apresentado numa escala de 0 (zero) a 10 (dez) e é medido a cada dois
anos. O objetivo é que o Brasil tenha nota 6 em 2022 - correspondente à
qualidade do ensino em países desenvolvidos. Segue abaixo a tabela com os
resultados de nossa escola:
ANOS
INICIAIS (5º ANO)
ANOS
INICIAIS (5º ANO)
Ideb Observado
|
Metas Projetadas
|
|||||||||||||
Escola
|
2005
|
2007
|
2009
|
2011
|
2013
|
2015
|
2007
|
2009
|
2011
|
2013
|
2015
|
2017
|
2019
|
2021
|
EE IRMAN RIBEIRO DE ALMEIDA
SILVA
|
3.6
|
4.2
|
4.6
|
5.0
|
5.6
|
5.1
|
3.6
|
4.0
|
4.4
|
4.7
|
4.9
|
5.2
|
5.5
|
5.8
|
ANOS
FINAIS (9º ANO)
Ideb Observado
|
Metas Projetadas
|
|||||||||||||
Escola
|
2005
|
2007
|
2009
|
2011
|
2013
|
2015
|
2007
|
2009
|
2011
|
2013
|
2015
|
2017
|
2019
|
2021
|
EE IRMAN RIBEIRO DE ALMEIDA
SILVA
|
3.7
|
3.6
|
4.5
|
4.7
|
3.9
|
4.2
|
4.5
|
4.8
|
5.0
|
5.3
|
||||
TAXAS DE
RENDIMENTO
TAXA DE APROVAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL (EM %)
|
||||||
ESFERA
|
2011
|
2012
|
2013
|
2014
|
2015
|
2016
|
E. E.
IRMAN RIBEIRO DE A. SILVA
|
82
|
85.4
|
92.7
|
90.2
|
89,66
|
92,40
|
TAXA DE REPROVAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL (EM %)
|
||||||
ESFERA
|
2011
|
2012
|
2013
|
2014
|
2015
|
2016
|
E. E.
IRMAN RIBEIRO DE A. SILVA
|
13.8
|
11.1
|
4.7
|
6.9
|
8,51
|
7,06
|
TAXA DE ABANDONO DO ENSINO FUNDAMENTAL (EM
%)
|
||||||
ESFERA
|
2011
|
2012
|
2013
|
2014
|
2015
|
2016
|
E. E.
IRMAN RIBEIRO DE A. SILVA
|
4.2
|
----
|
2.8
|
2.9
|
1,82
|
0,54
|
TAXA DE APROVAÇÃO DO ENSINO MÉDIO (EM %)
|
||||||
ESFERA
|
2011
|
2012
|
2013
|
2014
|
2015
|
2016
|
E. E.
IRMAN RIBEIRO DE A. SILVA
|
78.6
|
94.5
|
----
|
85.0
|
-----
|
------
|
TAXA DE REPROVAÇÃO DO ENSINO MÉDIO (EM %)
|
||||||
ESFERA
|
2011
|
2012
|
2013
|
2014
|
2015
|
2016
|
E. E.
IRMAN RIBEIRO DE A. SILVA
|
16.7
|
2.6
|
-----
|
0
|
------
|
-------
|
TAXA DE ABANDONO DO ENSINO MÉDIO (EM %)
|
||||||
ESFERA
|
2011
|
2012
|
2013
|
2014
|
2015
|
2016
|
E. E.
IRMAN RIBEIRO DE A. SILVA
|
4.7
|
2.5
|
------
|
15
|
------
|
-------
|
TAXA DE APROVAÇÃO DA EJA (EM %)
|
||||||
ESFERA
|
2011
|
2012
|
2013
|
2014
|
2015
|
2016
|
E. E.
IRMAN RIBEIRO DE A. SILVA
|
55,19
|
54,28
|
||||
TAXA DE REPROVAÇÃO DA EJA (EM %)
|
||||||
ESFERA
|
2011
|
2012
|
2013
|
2014
|
2015
|
2016
|
E. E.
IRMAN RIBEIRO DE A. SILVA
|
7,15
|
0
|
||||
TAXA DE ABANDONO DA EJA (EM %)
|
||||||
ESFERA
|
2011
|
2012
|
2013
|
2014
|
2015
|
2016
|
E. E.
IRMAN RIBEIRO DE A. SILVA
|
37,66
|
45,72
|
||||
13 - Formação continuada
Entende-se que os meios para a
formação dos alunos têm se ampliado muito, no entanto a escola ainda é a
principal via de instrução e educação das crianças e jovens, principalmente
daqueles de origem mais humilde. Também os professores continuam sendo os
principais agentes da aprendizagem dos alunos. Assim, a qualidade da
aprendizagem das novas gerações depende, em boa parte, da qualificação desse
profissional.
Sabe-se que atualmente cada
vez mais é exigida a formação humana a partir da compreensão de que o
sujeito é um ser finito e inconcluso, ou seja, um ser em permanente formação.
Nesse sentido, é necessária a formação permanente do profissional da educação,
pois esta é compreendida como espaço de reflexões constantes das práticas
pedagógicas e transformação dos sujeitos. Propõe-se a trocado modelo
tecnicista para o de um modelo prático e reflexivo, em que o educador
reflita ao agir e como agir em seu fazer pedagógico, a fim de inovar sua
postura metodológica, criando possibilidades de ensino e aprendizagem ao
educando.
A partir do pensamento de Freire, a formação
continuada é concebida como um processo contínuo e
permanente de desenvolvimento profissional do professor, sendo concebida de
forma inter articulada, em que a primeira corresponde ao período de aprendizado
nas instituições formadoras (através de cursinhos, palestra,
seminários, congressos) e a segunda diz respeito à aprendizagem dos
professores que estejam no exercício da profissão. Nesta concepção, a formação
continuada, deve incentivar a apropriação dos saberes pelos professores, rumo à
autonomia, levando-o a uma prática crítico-reflexiva, abrangendo a vida
cotidiana da escola e os saberes derivados da experiência docente.
Assim, o conceito de formação continuada de professores deve
contemplar de forma interligada:
- a socialização do conhecimento produzido
pela humanidade;
- as diferentes áreas de atuação;
- a relação ação-reflexão-ação;
- o envolvimento do professor em planos
sistemáticos de estudo individual ou coletivo;
- as necessidades concretas
da escola e dos seus profissionais;
- a valorização da experiência do profissional;
- a continuidade e a amplitude das ações
empreendidas;
- a explicitação das diferentes políticas
para a educação pública;
- o compromisso com a mudança;
- o trabalho coletivo;
- a associação com a pesquisa científica
desenvolvida em diferentes campos do saber”. (ALVES, 1995 apud CARVALHO e
SIMÕES, 1999 p.4).
Dessa maneira, o espaço de
formação do professor será a escola e o conteúdo dessa formação a sua prática
educativa. O professor reflexivo será “um investigador da sala de aula, formula
estratégias e reconstrói a sua ação pedagógica” , pois como afirma Almeida (2002, p. 28), “a prática transforma
-se em fonte de investigação, de experimentação e de indicação de conteúdo para
a formação”.
Isso significa que o processo
formativo deverá propor situações que possibilitem dentro do ambiente escolar,
a cooperação, a troca dos saberes entre os professores, através de projetos
articulados de reflexão conjunta, buscando métodos para superação das
dificuldades, deixando-se ajudar mutuamente, se autoformando e se formando
coletivamente. Para tanto, são indicados como metodologia à formação, os
seguintes dispositivos: o estudo compartilhado; o planejamento e o
desenvolvimento de ações conjuntas; estratégias de reflexão da prática; análise
de situações didáticas; entre outros, tendo o coordenador pedagógico papel
importante nessa mediação.
As práticas coletivas, construtivas e colaborativas
apontam caminhos contornáveis viáveis na articulação e (re)construção
dos saberes docentes a partir do resgate da prática em si, modelando e
remodelando-se juntamente com contextos organizacionais, estabelecendo um
diálogo com protagonistas parceiros.
Corroborando com essa idéia,
Freire (2002 p.68) afirma: “Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os
homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo”.
Nesse sentido, é preciso
defender um processo de formação de professores em que as escolas sejam
concebidas como uma instituição essencial ao desenvolvimento de uma democracia
crítica e também à defesa do educador como intelectual que combina reflexão e prática
a serviço da educação e do educando tornando-o cidadão reflexivo e ativo.
(GIROUX, 1997). Conclui-se que a postura reflexiva não requer apenas do
professor o saber fazer, é um conjunto de conhecimentos (teóricos e práticos) e
competências (habilidades, capacidades e atitudes), em que ele saiba explicar
de forma consciente a sua prática e as decisões tomadas por ele sejam
favoráveis à aprendizagem do seu aluno, pois segundo Perrenoud (2002), ensinar
é, antes de tudo, agir na urgência, decidir na incerteza.
14 - Avaliação Interna
A Avaliação Interna permite que a escola reavalie
seus objetivos e metas mediante a ação dos diversos segmentos da comunidade
educativa. Então, pressupõe a delimitação de indicadores compatíveis com a
natureza e a finalidade da unidade escolar. Esses procedimentos convergem para
a melhoria da qualidade do ensino oferecido e dos serviços prestados à
sociedade, consolidando a inserção social diante do direito institucional de
exercer plenamente a cidadania.
Mediante as grandes transformações que acontecem no
mundo globalizado, a unidade escolar lança mão dos equipamentos tecnológicos
como uma das ferramentas para avaliar seus afazeres.
Analisando os vários aspectos desta unidade escolar
destacamos que ao listar e reconhecer os pontos positivos, envidaremos esforços
para atingir aqueles que deveriam constar nesta listagem, porém não figuram.
Pontos Positivos da Unidade Escolar
- Responsabilidades dos docentes tanto com a
aplicação dos conteúdos como com os estudantes;
- Bom atendimento em todos os setores da escola;
- Reforço escolar e treinamento de futsal no
contra turno;
- Elaboração e desenvolvimento de bons projetos;
- Contextualização dos conteúdos;
- Metodologia diferenciada para atender alunos com
Necessidades Especiais (flexibilização);
- Boa utilização da sala de tecnologia para
inovações das metodologias;
- Tarefas e trabalhos corrigidos com freqüência;
- Incentivo á leitura;
- Salas de tecnologia bem equipadas;
- Biblioteca com acervo adequado;
- Reuniões com os pais bimestralmente e sempre
que necessário;
- Palestras, envolvendo assuntos em pauta na
sociedade para os pais e alunos;
- Boa recepção para os pais que visitam a escola;
- Atenção diferenciada para o alunado com
necessidades especiais, problemas de saúde e vulnerabilidade social;
- Estímulo ao estudante dedicado por meio do
“certificado aluno nota dez”;
- Pontualidade nos horários;
- Salas de aulas arejadas com mobiliário em bom
estado e espaço físico amplo;
Pontos Negativos da Unidade e ações para minimiza-las
RELATÓRIO DA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL INTERNA
|
||
PROBLEMAS
|
CAUSAS PROVÁVEIS
|
PRINCIPAIS AÇÕES
|
1- Práticas não efetivas dentro da sala de
aula
|
- Falta de capacitações, criatividade, entusiasmo
e compromisso com a Proposta Pedagógica da Escola;
- Falta de preparo profissional - Falta de criatividade em relação às práticas de ensino - Professores desestimulados; - Falta firmeza ao lidar com alunos no cumprimento de regras |
- Mesa redonda para melhorar as práticas
escolares e trabalhar sobre a importância do limite para os educandos;
- Capacitações; - Reforço escolar no horário contrário; - Sacola literária; - projeto de xadrez; - Acompanhamento do planejamento quinzenalmente com sugestões de metodologias |
2- Avaliação contínua do rendimento dos alunos |
- Alunos desestimulados;
- Comodismo; - Insegurança; - Falta de compromisso com a Proposta Pedagógica da Escola. - Pouca participação dos pais; - Defasagem de conteúdo dos alunos; |
- Estimulação dos educandos para novas
práticas avaliativas;
- Maior acompanhamento da coordenação pedagógica; - Melhorar a qualidade das provas e acrescentar mais descritores; - Elaboração de gráficos comparativos para discussão de estratégias de recuperação - Palestra de motivação e orientação para pais; |
3– Baixo desempenho dos alunos:
- Alta taxa de reprovação no Ensino Fundamental - Evasão da EJA. |
- Falta de criatividade em relação às
práticas de ensino;
- Pouca participação dos pais;
- Problemas familiares dos estudantes;
- Defasagem de conteúdo dos alunos; - Alunos e professores desestimulados; - Cansaço dos alunos da EJA; |
- Buscar recursos metodológicos para as
turmas visando elevar a proficiência dos estudantes que estão mais críticos,
melhorando o nível de proficiência de todos os estudantes com
distúrbio de aprendizagem.
- Sensibilização dos estudantes sobre o respeito entre si, melhorando o convívio social; - Realizar Oficinas; - Realizar capacitações com corpo docente; - Visitas domiciliares quando necessário; - Reforço escolar no horário contrário; - Sacola literária; - Investir em motivação através de palestras. |
4- Desempenho Geral da escola
|
- Falta de Avaliação dos trabalhos;
- Falta de Planejamento das ações; - Falta de objetivos Claros; - Falta de Estímulos; - Comodismo |
- Capacitações;
- Traçar metas de trabalho; - O aluno como centro do trabalho; - Adotar as regras de punições contidas no regimento; |
5- Pouco envolvimento dos pais no
acompanhamento da aprendizagem dos filhos;
|
- Falta práticas motivadoras por parte da
escola para estimular a participação do pais;
- Reuniões sem motivação; - Desinteresse dos pais; - Cansaço. |
- Palestra de motivação e orientação
para pais;
- Programar reuniões mais objetivas e motivadoras; - Atendimento dos pais sempre que procurarem a escola; |
6 - Gestão do pessoal docente e
não-docente
|
- Falta de metodologia adequada às
necessidades da equipe escolar
- Falta de objetivos claros; - Falta de Entusiasmo - Não cumprimento de regras; - Falta de entrosamento; - Falta de empenho de alguns; - Permissividade; - Falta de punições; - Desvio de Função; |
- Estimular para que cada segmento seja
autônomo e criativo;
- Melhorar rendimento individual com palestras; - Envolver mais a equipe escolar na educação dos estudantes; - Ter metas e objetivos claros; - Reuniões de planejamento; - Avaliações periódicas - Traçar metas de trabalho; - O estudante como centro do trabalho; - Adotar as regras de punições contidas no regimento. |
15 - Avaliação do Projeto Político
Pedagógico
A avaliação incidirá sobre os aspectos pedagógicos,
administrativos e financeiros da atividade escolar, devendo ser realizada
através de procedimentos internos e externos, por meio de questionários com
perguntas pertinentes, sendo convocadas reuniões especialmente para tal fim.
A referida avaliação servirá também de base para a
reorientação e reformulação da presente Proposta que culmina no aprimoramento
da qualidade de ensino e garantirá:
A participação da comunidade escolar nas atividades propostas e a sistematização das
propostas elencadas nos diferentes momentos em que a comunidade escolar se
reunir, condensando-as em forma de registro, qual seja: este documento.
16 - Comissões de elaboração do Projeto Político
Pedagógico
Comissão de Mobilização
Alessandra Cristina P. B. Garcia
Ana Silva Rosa Dutra
Aline de Sousa Mota
Cleuza Ortiz Martins
Elis Cristina Teixeira Aguilar
Fatima Toshie Yamada Úbida
Maria Aparecida Tagliamento
Comissão de Diagnóstico
Alessandra Lopes Souza
Carlos Guilherme Sasso
Cristina da Silva Costa Cauz
Maria José Candido de Sá Oliveira
Comissão de Organização da Escola
Alicia de Paula Magaroto
Ana Maria da Cunha Albuquerque
Claudia Garcia Lopes Gonçalves
Edilson Araújo do Nascimento
Esliane Oliveira Dortas Simões
Fátima de Lourdes Pegorare Natal
Giane de Souza Oliveira
Kleiton Cesar Honorato Soares;
Lucia Guerreiro de Souza
Marcio Luiz Canestraro
Maria do Nascimento Novaes Tolotti
Marina dos Santos Marques
Nilcéia da Silva.
Priscila Nataly da Silva
Raquel Cristina Dan
Rosani de Lourdes Ferracini
Sonia Garcia Jose Remelli
Vanda da Silva Aleluia Severgnini
Vanessa Cristine M. Silva Montilha
Zenilda de Souza Gomes Viegas
Zenita Rodrigues Gomes
Comissão de Concepções Teóricas
Elsa KiokoOgura Martins
Ivonete dos Santos
Luciane de Cristo Santos Ezídio
Rosimeire Lima Rosa Regaço
Vanessa Trovato Silva
Comissão de Correção e Revisão
Gisely Rosa Regaço Porfírio
Silvana Ferreira Tombine
Vanusa VezuBernegozz
Comissão de Lançamento e tratamento das informações
Karina de Fátima Maroni.
Miquéias de Oliveira Gomes.
Flaviane Meireles dos Santos.
17 - Equipe responsável pela aprovação do Projeto
Político Pedagógico da escola
Diretor:
Karina de Fátima Maroni.
Karina de Fátima Maroni.
Diretor Adjunto:
Miquéias de Oliveira
Gomes.
Supervisor de Gestão Escolar:
Sueli Figueiredo
Coordenação Pedagógica:
Jorge Luiz Pereira
Vanessa Cristine M. Silva Montilha
Sebastiana Leal Domingues Marcussi
Professora Gerenciadora de Recursos Midiáticos e Tecnologias:
Flaviane Meireles dos Santos
Presidente do Colegiado:
Rosangela Maria de Andrade Silva.
Presidente do Grêmio
Estudantil:
Adson Vítor da Silva Velasques.
18 - Referências
Lei n.º 9394, Diretrizes e Bases da Educação
Nacional, Promulgada em 20/12/96, Editora do Brasil S/A.
Deliberação CEE/MS n.º 8144, de 09 de outubro de
2006.
Resolução/SED n.º 2072, de 22 de dezembro de 2006.
Documento Orientativo para elaboração ou adequação da Proposta Pedagógica, Secretaria de Estado de Educação, Campo Grande, 2003.
Proposta Político Pedagógica para o Ensino Fundamental, cadernos da Escola Guaicuru, n.º 4. Campo Grande: Secretaria de Estado de Educação, 2000.
Proposta Metodológica de língua Portuguesa, Cadernos da Escola Guaicuru, n.º 5. Campo Grande: Secretaria de Educação, 2000.
Resolução/SED n.º 2072, de 22 de dezembro de 2006.
Documento Orientativo para elaboração ou adequação da Proposta Pedagógica, Secretaria de Estado de Educação, Campo Grande, 2003.
Proposta Político Pedagógica para o Ensino Fundamental, cadernos da Escola Guaicuru, n.º 4. Campo Grande: Secretaria de Estado de Educação, 2000.
Proposta Metodológica de língua Portuguesa, Cadernos da Escola Guaicuru, n.º 5. Campo Grande: Secretaria de Educação, 2000.
Subsídio de Matemática, Cadernos da Escola
Guaicuru, n.º 8. Campo Grande: Secretaria de Educação, 2000.
Subsídio de Língua Inglesa, Cadernos da Escola
Guaicuru, n.º 7. Campo Grande: Secretaria de Educação, 2000.
Proposta de Educação do Governo Popular de Mato
Grosso do Sul-1999/2002, Cadernos da Escola Guaicuru, n.º 1. Campo Grande:
Secretaria de Educação, 1999.
Série Subsídios – Subsídio Teórico-metodológico de Língua Portuguesa, ciclo I, volume I Secretaria de Educação de MS, Campo Grande,1998.
Série Subsídios – Subsídio Teórico-metodológico de Matemática, ciclo I, volume 2 Secretaria de Educação de MS, Campo Grande,1998.
Série Subsídios – Subsídio Teórico-metodológico de História e Geografia, ciclo I, volume 3 Secretaria de Educação de MS, Campo Grande,1997.
Série Subsídios – Subsídio Teórico-metodológico de Educação Artística, ciclo I, volume 4 Secretaria de Educação de MS, Campo Grande,1998.
Série de Estudos – Educação a Distância – Projetos e Ambientes Inovadores, Ministério da Educação, Secretaria de Educação a Distância, Brasília, 2000.
Série de Estudos – Educação a Distância – Salto para o Futuro, Construindo a Escola Cidadã, Ministério da Educação e do Desporto, Brasília, 1998.
Política Nacional de Educação Especial, livro I. Brasilia: Ministério da Educação e do Desporto,1994.
Série Subsídios – Subsídio Teórico-metodológico de Língua Portuguesa, ciclo I, volume I Secretaria de Educação de MS, Campo Grande,1998.
Série Subsídios – Subsídio Teórico-metodológico de Matemática, ciclo I, volume 2 Secretaria de Educação de MS, Campo Grande,1998.
Série Subsídios – Subsídio Teórico-metodológico de História e Geografia, ciclo I, volume 3 Secretaria de Educação de MS, Campo Grande,1997.
Série Subsídios – Subsídio Teórico-metodológico de Educação Artística, ciclo I, volume 4 Secretaria de Educação de MS, Campo Grande,1998.
Série de Estudos – Educação a Distância – Projetos e Ambientes Inovadores, Ministério da Educação, Secretaria de Educação a Distância, Brasília, 2000.
Série de Estudos – Educação a Distância – Salto para o Futuro, Construindo a Escola Cidadã, Ministério da Educação e do Desporto, Brasília, 1998.
Política Nacional de Educação Especial, livro I. Brasilia: Ministério da Educação e do Desporto,1994.
Parâmetros Curriculares Nacionais, volumes de 1 a
10. Brasília, Ministério da Educação e do Desporto,1997.
Veiga, Ilma Passos A. (org.) Projeto-Pedagógico da
Escola. 15ª Edição, Campinas, Papirus, 2002.
LIBÂNEO, Cipriano Carlos. Democratização da
Escola Pública. São Paulo: Loyola, 1990.
VEIGA, I. P.ª (org). Projeto político pedagógico da escola: uma construção possível. Campinas: Papirus, 1995.
VEIGA, I. P.ª (org). Projeto político pedagógico da escola: uma construção possível. Campinas: Papirus, 1995.
LIBÂNEO, José Carlos. Didática – São Paulo:
Cortez, 1994. – (coleção Magistério. Série formação do professor)
FREIRE, P.; CAMPOS, M. O. Leitura da palavra...
Leitura do mundo. O Correio da UNESCO Vol. 19, n. 2. Rio de
Janeiro. 1991.
ELBOJ, C., Puigdellívol, I., Soler, M., &Valls, R. (2002). Comunidades de aprendizaje:Transformarlaeducación. Barcelona: Graó.
ELBOJ, C., Puigdellívol, I., Soler, M., &Valls, R. (2002). Comunidades de aprendizaje:Transformarlaeducación. Barcelona: Graó.
CARLOS, Jairo Gonçalves. Interdisciplinaridade no Ensino Médio: desafios e potencialidades. Disponível em:<http://vsites.unb.br/ppgec/dissertacoes/
proposicoes/proposicao_jairocarlos.pdf>.
Acesso em: 22/04/10.
MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais: introdução aos Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília, 1997.
Resolução/SED n.º 3.019/2016 – CONSELHO DE CLASSE
APÓS EXAME FINAL, de 05 de fevereiro de 2016.
Resolução/SED n.º 3.018/2016 – PROJETO PEDAGÓGICO
DO CURSO DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS – EJA IV, de 05 de fevereiro de 2016.

Comentários
Postar um comentário